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Publiciotários

Maio 9, 2008

Um único post sobre como existe publicitários que forçam a barra pode parecer impossível. Parece que demanda uma tese, classificações, subagrupamento e testemunhos da classe, dos anunciantes, dos pais, do consumidor enfim. Mas ñ é.

A capacidade de sintese do publicitário abaixo é uma virtude invejável e ele o faz neste video incrível queimando seu próprio filme e a quase que sua classe por assim dizer.  Se uma imagem vale por mil palavras, um youtube vale o quê? Neste caso vale o sentimento sagrado da vergonha alheia.

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Cachorro digital brincando com bola real

Maio 2, 2008

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Cacete de Agulha!

Abril 29, 2008

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Humor = Tragedy + Time

Abril 29, 2008

Não me lembro em qual dos filmes do Woody Allen um personagem soltava a seguinte frase:

I - “humor equals tragedy plus time”

Allen tenta destruir o caráter do cara a todo momento (os dois personagens competiam por uma mulher), porém a frase, que é no fundo de Allen, é muito factual. Qualquer tragédia, por pior e mais edionda que seja, é o ingrediente perfeito para o humor.

Algumas piadas dos capítulos ‘Ayrton Senna’ e ‘Mamonas Assassinas’ foram exageradamente rápidas, muito rápidas e aqui nos convém de exemplo apenas para contestarem o post, já também muito de antemão! Mas outras, e digamos mais elegantes, surgem perfeitamente desta equação. No filme “A Vida é Bela”, ou melhor, o filme a Vida é Bela é o resultado perfeito da operação.

No entanto, no caso Isabella Nardoni, o tabu está demasiadamente forte. Soube de quem chegou a montar uma reconstituição em celular e ñ clicou nos finalmentes do youtube por medo de retaliação. Contou me rindo com cara de “fiz algo muito errado”. Eu, confesso com orgulho, estou doido doido pra ver, mas também sentiria esse desencorajador frio na barriga na hora do upload. Inevitável.

O fato é que Mario Quintana expressou o âmago dessa questão e em um de seus poemas que mais me marcaram escreveu:

II - Qualquer idéia que te agrade,
Por isso mesmo… é tua.
O autor nada mais fez que vestir a verdade
Que dentro em ti se achava inteiramente nua.

E assim, como numa equação, temos de I e II:

Eu sei que você está maluco para ver uma piadinha sobre o caso Nardoni!!!!

Não demorou?

CQD

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Earthquake

Abril 25, 2008

Sabemos que se o tremor de terra que tivemos essa semana fosse pra valer, fosse um terremoto, estaríamos fudidos. Se não temos condições de sequer frear um mosquito transmissor e acomodar todos os doentes, imaginem uma tragédia numa escala richter de responsa!

Bem, a necessidade faz o homem:

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E eu brincando de “Comandos em Ação”

Abril 25, 2008

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Baldeando no Sistema Digestivo

Abril 25, 2008

Procurei por outros exemplos de Linhas de Metrô e esse ficou bacana.

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Miss Topeira

Abril 24, 2008

Eu me pergunto quantas vezes ela pegou o “isqueiro” no bolso dos amigos…

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Novelas provocam queda em fertilidade no Brasil, diz estudo

Abril 24, 2008

Abaixo a transcrição do artigo publicado em vários jornais e sites, mas pasmem, esse foi extraido do G1!

A queda na taxa de fertilidade no Brasil está relacionada com a audiência das telenovelas, segundo sugere um estudo realizado no Centro de Pesquisas para Política Econômica da Grã-Bretanha (CEPR, na sigla em inglês).

Segundo o estudo, publicado neste mês, o tamanho pequeno das famílias representadas nas tramas das novelas brasileiras seria distante da realidade e influenciaria as mulheres a desejar poucos filhos.

Dados do Censo indicam que a taxa de fertilidade caiu de 6,3 crianças por cada mulher em 1960 para 2,3 em 2000.

De acordo com a pesquisa, esse declínio se deve não apenas ao hábito de assistir televisão, mas especificamente pela audiência das telenovelas produzidas pela Rede Globo.

“Descobrimos que as mulheres que vivem em áreas cobertas pelo sinal da Globo apresentaram taxa de fertilidade muito menor. As novelas mexicanas e importadas transmitidas por outros canais não causaram impacto na fertilidade”, diz o estudo, conduzido pelos pesquisadores Eliana La Ferrara, Alberto Chong e Suzanne Duryea.

Alcance

Os pesquisadores analisaram o conteúdo de 115 novelas transmitidas pela Globo em dois horários diferentes entre 1965 e 1999 e descobriram que 72% das personagens femininas com idade até 50 anos não tinham filhos, comparados com 21% das personagens que eram mães.

Para alcançar os resultados, a equipe comparou os dados das novelas com o índice de fertilidade do país e o alcance do sinal da emissora em diversas áreas.

O estudo indica que há uma relação entre o alcance do sinal da emissora e uma diminuição nas taxas de fertilidade das mulheres que vivem nas áreas cobertas pelo canal. Segundo a pesquisa, o impacto é maior em mulheres com nível sócio-econômico mais baixo e na fase central e mais adiantada do ciclo de fertilidade.

Nomes

Além da análise do impacto no índice de fertilidade, a pesquisa aponta ainda que as personagens femininas influenciam de maneira “surpreendente” as escolhas dos nomes dos filhos.

“As mães que vivem em áreas cobertas pela Rede Globo são quatro vezes mais propensas a batizar seus filhos com o nome de um dos personagens das telenovelas”, diz a pesquisa.

Os pesquisadores compararam 15 nomes de estudantes do ensino fundamental recolhidos no Ministério da Educação em 2005. A equipe comparou os padrões dos nomes mais comuns com os nomes dos personagens principais das telenovelas da Globo no ano em que as crianças nasceram - a maioria em 1994.

Depois da análise, os pesquisadores descobriram, entre os 20 nomes mais comuns de bebês nascidos em 1994, pelo menos um era também o nome de um personagem de alguma novela transmitida naquele ano.

“Acreditamos que estes dados sobre o padrão dos nomes sugere uma relação forte entre o conteúdo da novela e o comportamento da audiência”, diz o estudo.

Para os pesquisadores, o impacto das telenovelas na população pode ter implicações importantes para os governos elaborarem suas políticas públicas em países em desenvolvimento, onde a taxa de analfabetismo é elevada.

“Nosso trabalho sugere que os programas direcionados para a população local têm potencial para atingir um número enorme de pessoas a um custo muito baixo”, diz a pesquisa.

Para os pesquisadores, questões como a educação infantil, a Aids e os direitos das minorias podem ser levantadas em programas de televisão para alertar a população.

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“Morrer é triste, mas mais triste é ir pro cemitério de maneira sem vergonha”

Abril 24, 2008

Puta que os pariu…mal pintou um link cool/geek como o último abaixo, vem uma tosqueira das mais safadas.